"Nunca deixe a oportunidade de sair para um passeio.
Experimente a emoção do ar fresco e do vento em sua face por puro prazer.
Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-lo(a).
Quando houver necessidade, pratique obediência.
Deixe os outros saberem quando invadiram seu território.
Sempre que puder, tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.
Corra, pule e brinque diariamente.
Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.
Seja sempre leal.
Nunca pretenda ser algo que você não é.
Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.
Quando alguém estiver passando por um dia mau, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo.
Quando estiver chamando atenção, deixe que o toquem.
Evite morder quando apenas um rosnado resoIver.
Nos dias mornos, deite-se de costa sobre a grama.
Nos dias quentes, beba muita água e descanse debaixo de uma arvore frondosa.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo seu corpo.
Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.
Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada."
Os mandamentos dos gatos
1) Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá. Se o sofá estiver longe demais, procure um bom tapete.
2) Determine logo qual é a visita que detesta gatos, e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não terá coragem de empurrá-lo para o chão, e pode ser até que venha a dizer "Gatinho bonito!". Se você estiver com bafo de comida de gato, melhor ainda.
3) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente usando calça comprida, escolha, de preferência, cores contrastantes com as suas.
4) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro. Não é necessário fazer nada. Basta sentar e ficar olhando.
5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!" com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias ou, eventualmente, morder seus calcanhares.
6) Não permita portas fechadas em cômodo algum. Para abrir uma porta, apóie-se nas patas traseiras e bata nela com toda força que tiver nas dianteiras. Quando a porta for finalmente aberta para você, não é necessário usá-la; você pode mudar de idéia tranqüilamente. Quando você ordenar a abertura de uma porta que dê para fora, pare exatamente no meio do caminho, entre a porta e o vão, e aproveita para pensar sobre diversas coisas. Isso é particularmente importante em noites muito frias, e em épocas de mosquitos.
7) Se uma pessoa estiver ocupada e outra à toa, fique com a ocupada. Se alguém estiver lendo, chegue bem perto, e dê um jeitinho de meter o focinho entre o livro e a cara da pessoa. Desconsidere isso em casos de leitores que abrem livros ou jornais em cima da mesa; aí, basta deitar em cima do que estiver sendo lido.
8) Se algum dia encontrar uma senhora tricotando, suba no colo dela e deite. De repente, estique a pata e, como quem não quer nada, dê um bom tranco nas agulhas. Observe os acontecimentos: isso se chama perder o fio da meada, e a senhora tentará atrair sua atenção para outras partes da casa. Ignore-a.
9) Quando encontrar alguém fazendo o dever de casa, sente se na folha de papel que estiver sendo trabalhada. Depois de ter sido removido de lá pela terceira vez, vá para outro canto da mesa e empurre tudo que se mexa: lápis, cola, tesoura e o que mais houver.
10) Durma bem durante o dia para estar novo em folha, e pronto para brincadeiras entre 2 e 4 horas da manhã. Se seu humano trabalhar durante a noite, modifique seus hábitos de sono para poder estar com a corda toda entre as 10h e o meio-dia.
Pet Dicas
Seja bem-vindo ao PetDicas !
Você já parou para pensar no comportamento Pet ? Se nunca pensou nisso,então pode ficar relaxado(a).Aqui você encontra tudo sobre cães&gatos.De dicas de adestramento até informações sobre o comportamento Pet.Tem tambem uma novidade : Faça uma pergunta pelos comentarios sobre adestramento,comportamento,saúde,alimentação.. ,(seja você Cão,Gato ou dono ) e eu respondo essa pergunta.
Fique sempre conctado com informações e dicas.Adestramento ?? Eu não gosto muito disso,até porque apesar de adestrada sou meio desobediente. Comportamento ?? Disso eu entendo = P Saúde ?? Saiba tudo sobre a saúde Pet. Alimentação ?? Opa ! Gostei disso ! Guia do Dono ?? Pode chamar seu dono para ler sobre essa matéria junto com você.
Vamos então as matérias.Podem deixar comentarios tambem falando sobre como essas dicas os ajudaram.
Como acostumar cães a escovar os dentes ?
O segredo é habituá-lo aos poucos a este processo. Primeiro, passe a escova de dentes perto da boca do cachorro, do lado de fora mesmo, para que ele se familiarize com o objeto (mas não o deixe mordê-la!). Associe este momento a brincadeiras, petiscos e carinhos. Depois, massageie os dentes e a gengiva do cão com os dedos, pra ele ir se acostumando com o movimento. Comece escovando um ou dois dentes apenas. Pare um pouco, brinque e faça um carinho. Passe para quatro dentes, seis, e assim sucessivamente. Todo este treinamento pode levar alguns dias, portanto seja paciente: só faça o procedimento completo quando ele já estiver à vontade com a escova. Aí vai outra dica super importante: alguns cachorros não curtem certas pastas de dente. Por isso, teste diferentes tipos até achar um creme dental que ele goste. E atenção: nunca, mas nunca mesmo, use a sua pasta ou a de qualquer outro humano para escovar os dentes do cão, pois ela contém substâncias que farão mal a ele se ingeri-la.
Gatos tambem precisam escovar os dentes?
A resposta é sim! Embora seja mais difícil escovar os dentes felinos do que os dos cães, o ideal é fazê-lo pelo menos uma vez por dia. Para habituar o gato a escovar os dentes é mais ou menos do mesmo jeito que fazemos com o cachorro: o truque é acostumá-lo com a escova. Apresente-a ao bichano sem pressa e associe sempre a coisas gostosas, como guloseimas e carinhos. No primeiro contato, faça massagem no felino com a escova e dê um petisco que ele adore. Depois, escove uma parte da gengiva ou o lado de fora da boca e ofereça outra guloseima. Na próxima oportunidade, tente um dente e mais uma saborosa comida. Noutro dia, dois dentes, e em seguida a recompensa... E assim vai. A tarefa é menos complicada se o gato for filhotinho.
É possivel educar um cão depois de adulto ?
Claro que sim! Assim como as pessoas mais idosas também podem aprender. Provavelmente, você terá um pouquinho mais de trabalho para mudar alguns hábitos mais antigos, exercidos pelo cachorro durante boa parte de sua vida. Do mesmo jeito, por exemplo, que é difícil modificar certas manias das pessoas mais velhas. No entanto, a diferença entre os cães e nós, humanos, é que com eles a coisa é mais fácil... A capacidade do cachorro para se adaptar a novas regras é incrivelmente surpreendente! Sendo assim, acredite no seu velho amigo! Afinal, não existe uma idade determinada para o cérebro parar de aprender.
Obs.: Você também pode contar com o auxílio de um profissional da Cão Cidadão para te orientar neste processo através do adestramento ou da consulta comportamental. Se você quer ajuda para educar seu animal de estimação, entre em contato conosco pelo telefone 11 3571.8138 ou pelo e-mail faleconosco@caocidadao.com.br
Como ensinar um cão a não subir nos móveis ?
Os cães sobem nos móveis ou porque foram ensinados ou porque são recompensados ao subirem. Quando o cão pula no sofá, por exemplo, além de conseguir a nossa atenção, o próprio sofá o recompensa, pois torna a sonequinha do bicho super confortável. O truque é impedir que ele seja recompensado ao pular. Mas como evitar que aquele sofá macio, gostoso de deitar, não torne a soneca do seu cão mais agradável? Aí vai uma dica: coloque algo que deixe o móvel desconfortável. Tiras de fita adesiva viradas pra cima assustam o cachorro, pois, quando ele as toca, ficam presas no pêlo dele, causando uma sensação de desconforto. Depois disso, o cão não tentará subir no sofá por algum tempo. Um outra saída é colocar papel filme – do tipo que serve para vedar pratos de comida – sobre o sofá. Mas cuidado com os cães que costumam comer tudo que vêem pela frente, pois pode fazer mal... Nesses casos, procure estar perto para evitar que o cachorro engula o plástico ou as fitas.
PetDicas - Informações
Pouso felino
Para os gatos,cair de uma altura superior a seis andares pode resultar,na prática,em menos fraturas do que de uma janela mais baixa."Eles tem tempo de corrigir a postura ,retomando a posição das patas,e de afastar os membros,como fazem os esquilos voadores",explica a veterinária Lana Bellizzi,da clínica fluminense Gatos e Gatos."Assim,aumentam a resistência ao ar e o impacto é distribuido pela superfíce corporal.".Isso,porém,não deve reforçar o velho mito de que os bichanos têm sete vidas e dispensam proteção."É fundamental colocar redes nas janelas e basculantes",diz.
Dicas para fotografar animais
Guia do dono
MayleyEeu
Ajude!!
Você já parou para pensar no comportamento Pet ? Se nunca pensou nisso,então pode ficar relaxado(a).Aqui você encontra tudo sobre cães&gatos.De dicas de adestramento até informações sobre o comportamento Pet.Tem tambem uma novidade : Faça uma pergunta pelos comentarios sobre adestramento,comportamento,saúde,alimentação.. ,(seja você Cão,Gato ou dono ) e eu respondo essa pergunta.
Fique sempre conctado com informações e dicas.Adestramento ?? Eu não gosto muito disso,até porque apesar de adestrada sou meio desobediente. Comportamento ?? Disso eu entendo = P Saúde ?? Saiba tudo sobre a saúde Pet. Alimentação ?? Opa ! Gostei disso ! Guia do Dono ?? Pode chamar seu dono para ler sobre essa matéria junto com você.
Vamos então as matérias.Podem deixar comentarios tambem falando sobre como essas dicas os ajudaram.
Como acostumar cães a escovar os dentes ?
O segredo é habituá-lo aos poucos a este processo. Primeiro, passe a escova de dentes perto da boca do cachorro, do lado de fora mesmo, para que ele se familiarize com o objeto (mas não o deixe mordê-la!). Associe este momento a brincadeiras, petiscos e carinhos. Depois, massageie os dentes e a gengiva do cão com os dedos, pra ele ir se acostumando com o movimento. Comece escovando um ou dois dentes apenas. Pare um pouco, brinque e faça um carinho. Passe para quatro dentes, seis, e assim sucessivamente. Todo este treinamento pode levar alguns dias, portanto seja paciente: só faça o procedimento completo quando ele já estiver à vontade com a escova. Aí vai outra dica super importante: alguns cachorros não curtem certas pastas de dente. Por isso, teste diferentes tipos até achar um creme dental que ele goste. E atenção: nunca, mas nunca mesmo, use a sua pasta ou a de qualquer outro humano para escovar os dentes do cão, pois ela contém substâncias que farão mal a ele se ingeri-la.
Gatos tambem precisam escovar os dentes?
A resposta é sim! Embora seja mais difícil escovar os dentes felinos do que os dos cães, o ideal é fazê-lo pelo menos uma vez por dia. Para habituar o gato a escovar os dentes é mais ou menos do mesmo jeito que fazemos com o cachorro: o truque é acostumá-lo com a escova. Apresente-a ao bichano sem pressa e associe sempre a coisas gostosas, como guloseimas e carinhos. No primeiro contato, faça massagem no felino com a escova e dê um petisco que ele adore. Depois, escove uma parte da gengiva ou o lado de fora da boca e ofereça outra guloseima. Na próxima oportunidade, tente um dente e mais uma saborosa comida. Noutro dia, dois dentes, e em seguida a recompensa... E assim vai. A tarefa é menos complicada se o gato for filhotinho.
É possivel educar um cão depois de adulto ?
Claro que sim! Assim como as pessoas mais idosas também podem aprender. Provavelmente, você terá um pouquinho mais de trabalho para mudar alguns hábitos mais antigos, exercidos pelo cachorro durante boa parte de sua vida. Do mesmo jeito, por exemplo, que é difícil modificar certas manias das pessoas mais velhas. No entanto, a diferença entre os cães e nós, humanos, é que com eles a coisa é mais fácil... A capacidade do cachorro para se adaptar a novas regras é incrivelmente surpreendente! Sendo assim, acredite no seu velho amigo! Afinal, não existe uma idade determinada para o cérebro parar de aprender.
Obs.: Você também pode contar com o auxílio de um profissional da Cão Cidadão para te orientar neste processo através do adestramento ou da consulta comportamental. Se você quer ajuda para educar seu animal de estimação, entre em contato conosco pelo telefone 11 3571.8138 ou pelo e-mail faleconosco@caocidadao.com.br
Como ensinar um cão a não subir nos móveis ?
Os cães sobem nos móveis ou porque foram ensinados ou porque são recompensados ao subirem. Quando o cão pula no sofá, por exemplo, além de conseguir a nossa atenção, o próprio sofá o recompensa, pois torna a sonequinha do bicho super confortável. O truque é impedir que ele seja recompensado ao pular. Mas como evitar que aquele sofá macio, gostoso de deitar, não torne a soneca do seu cão mais agradável? Aí vai uma dica: coloque algo que deixe o móvel desconfortável. Tiras de fita adesiva viradas pra cima assustam o cachorro, pois, quando ele as toca, ficam presas no pêlo dele, causando uma sensação de desconforto. Depois disso, o cão não tentará subir no sofá por algum tempo. Um outra saída é colocar papel filme – do tipo que serve para vedar pratos de comida – sobre o sofá. Mas cuidado com os cães que costumam comer tudo que vêem pela frente, pois pode fazer mal... Nesses casos, procure estar perto para evitar que o cachorro engula o plástico ou as fitas.
PetDicas - Informações
Pouso felino
Para os gatos,cair de uma altura superior a seis andares pode resultar,na prática,em menos fraturas do que de uma janela mais baixa."Eles tem tempo de corrigir a postura ,retomando a posição das patas,e de afastar os membros,como fazem os esquilos voadores",explica a veterinária Lana Bellizzi,da clínica fluminense Gatos e Gatos."Assim,aumentam a resistência ao ar e o impacto é distribuido pela superfíce corporal.".Isso,porém,não deve reforçar o velho mito de que os bichanos têm sete vidas e dispensam proteção."É fundamental colocar redes nas janelas e basculantes",diz.
Dicas para fotografar animais
Guia do dono
A LUZ
Foto quer dizer luz! Escolha um dia nublado, com céu encoberto, pois você terá uma iluminação uniforme, sem grandes variações, além de não ter um foco de luz específico, podendo ter mais liberdade para escolher o fundo.
Foto quer dizer luz! Escolha um dia nublado, com céu encoberto, pois você terá uma iluminação uniforme, sem grandes variações, além de não ter um foco de luz específico, podendo ter mais liberdade para escolher o fundo.
O FUNDO
Deve estar sempre longe do cão e sem muitos elementos. Quanto mais homogêneo, melhor ficará a foto, pois o cão aparecerá em destaque.
Deve estar sempre longe do cão e sem muitos elementos. Quanto mais homogêneo, melhor ficará a foto, pois o cão aparecerá em destaque.
O LOCAL
É fundamental levar o cão a um parque ou praça próximos a sua casa. Locais novos estimulam os animais.
É fundamental levar o cão a um parque ou praça próximos a sua casa. Locais novos estimulam os animais.
OS CUIDADOS
É bom não alimentar o cão no dia da foto para que ele possa ficar entretido com algum petisco. Cuide dos detalhes como dar um bom banho e escovar bem a pelagem.
O MOMENTO DA FOTO
Após todos os preparativos, posicione-se e aguarde o momento da foto. Lembre-se sempre de tentar prever a reação do cão, só assim você estará com tudo preparado no momento do 'click'.
É bom não alimentar o cão no dia da foto para que ele possa ficar entretido com algum petisco. Cuide dos detalhes como dar um bom banho e escovar bem a pelagem.
O MOMENTO DA FOTO
Após todos os preparativos, posicione-se e aguarde o momento da foto. Lembre-se sempre de tentar prever a reação do cão, só assim você estará com tudo preparado no momento do 'click'.
Procure nunca estressar o 'modelo', porque um animal estressado nunca irá lhe render uma boa imagem.
Se não conseguir a foto em 10 minutos, deixe o cão descansar e tente novamente pelo menos duas horas depois. Em dias de muito calor, esse tempo pode cair pela metade.
Com essas dicas, você já pode tentar fotografar seu animal de estimação e depois publicar a foto em nosso Álbum (clique aqui).
Mas caso você queira um trabalho profissional, não esqueça que seu animal também pode ter uma linda foto, e até um 'book', feitos por um fotógrafo de animais.
Fonte: Webanimal
Agradecimentos:
Johnny
fotógrafo profissional de animais
www.du.art.br
Protetor Solar em cães
Sim, os cães precisam se protetor solar.Aqui estão algumas informações e dicas sobre o assunto:
Fonte: Webanimal
Agradecimentos:
Johnny
fotógrafo profissional de animais
www.du.art.br
Protetor Solar em cães
Sim, os cães precisam se protetor solar.Aqui estão algumas informações e dicas sobre o assunto:
As áreas mais atingidas nos animais claros são: focinho, cabeça e as pontas das orelhas. O câncer de pele pode manifestar-se como uma ferida que não cicatriza, apesar das tentativas de tratamento. Quando isso ocorre, é necessário fazer uma biópsia da lesão, para saber do que se trata aquele ferimento.
Felizmente, cada vez mais os proprietários são orientados pelos veterinários sobre os riscos da exposição ao sol nesse grupo de animais mais sensíveis. Protetores solares da linha humana podem ser usados em cães e gatos, no entanto, é mais conveniente buscar produtos da linha veterinária para evitar processos alérgicos.
Animais predispostos ao câncer de pele, ou seja, claros, albinos ou despigmentados, não devem ficar muitas horas expostos ao sol, na medida do possível. Prefira passear com seu cão em horários antes das 11h e após as 15h. E não esqueça de aplicar protetor solar, em você e no seu animal.
MayleyEeu
''Do livro Marley&Eu,eu li e gostei,por isso vou deixar essa página dedicada totalmente a esse livro,aqui será postado sempre que possivel,um pedaço do livro,na ordem,até estar auqui o livro completo,espero que gostem.Para quem não leu ainda,pode ficar a vontade,eu recomendo,e para quem já leu,vai me entenderquando eu falo:é sempre bom reler esse livro.É ótimo,fiquem a vontade.''
Marley & Eu
A vida e o amor ao lado de um cão
Capitulo 1
Um filhote vezes três
Nós eramos jovens.Estávamos apaixonados.Estávamos nos deleitando naqueles sublimes primeiros dias de casamento,quando a vida parece que não pode se tornar mais maravilhos.Mal conseguíamos ficar longe um do outro.
Então,numa noite de janeiro de 1991, eu e minha mulher , casada há quinze meses comigo,jantamos rapidamente e partimos para responder a um anúncio classificado do Palm Beach Post.
Por que estávamos fazendo isso,eu não tinha certeza.Algumas semanas antes eu despertara logo depois de amanhecer sozinho na cama.Levantei-me e encontrei Jenny,em seu roupão de banho,sentada á mesa de vidro na varanda telada de nosso pequeno bangalô,curvada sobre o jornal com uma cante na mão.
Não havia nada de inusitado na cena.O Palm Beach Post não era somente o nosso jornal local diário,era também a fonte de metade de nossa renda familiar.Ambos escrevíamos para dois jornais.Jenny trabalhava como comentarista de cinema na seção de filmes do Post; e eu era um repórter de notícias do jornal concorrente da região,o Sun-Sentienl,no sul da Flórida, a uma hora de viagem ao sul, em Fort Lauderdale.Começávamos,toda manhã,a perscrutar os jornais, para ver como nossas histórias saíam e como se comparavam com as que saiam nas edições concorrentes.Circulávamos,sublinhavamos e recotávamos sem parar.
Mas,nesta manhã, Jenny não estava com a cara enfiada na página de notícias, mas na seção de classificados.Quando eu me aproximei, notei que ela estava febrilmente circulando os anuncios sob o titulo : "Animais de Estimação - Cães" .
- Ah...-eu disse,num tom gentil de marido recém casado,ainda pisando em ovos - Há algo que eu deveria saber?
Ela não me respondeu.
- Jen...Jen?
-É a planta - ela disse finalmente,num tom ligeiramente desesperado.
-A planta? - perguntei.
-Aquela planta estúpida - ela disse - Aquela que nós matamos.
Aquela que nós matamos? Eu não queria mencionar o assunto mas, apenas esclarecendo, foi a planta que eu comprei e que ela matou. E a trouxe de surpresa,certa noite, uma imensa comigo-ninguém-pode, com folhas em belos tons de verde,
-Qual é a ocasião? - ela perguntou.
Mas nã havia nenhuma.Eu lhe dei a planta sem nenhum motivo especial além de querer dizer a ela:
-Nossa,não é ótimo estarmos casados?
Ela adorou tanto o meu gesto quanto a planta e agradeceu-me jogando seus braços em volta do meu pescoço e beijando-me nos lábios.Então, foi imediatamente matar o presente que dei a ela com uma eficiência fria e assassina.Não que ela quisesse mata-la; como se fosse nada, ela regou a coitadinha até morrer.Jenny não tinha grandes pendores para plantas.Imaginando que todos os seres viventes precisam de água, mas aparentemente se esquecendo que também precisam de ar, ela se opôs a encharcar a planta diariamente.
- Certo - ela respondia e em seguida enntornava mais um gação de água na coitadinha.
Quanto mais fraca a planta ficava, mais água ela colocava, até praticamente dissolvê-la. Eu olhei desalentado para seu esqueleto esquálido no vaso junto à janela e pensei: "Puxa, se eu acreditasse em presságios, estaria apavorado de ver isto".
E agora aqui estava ela, de algum modo fazendo um salto cósmico de lógica, de uma flora morta em um vaso, a uma fauna viva em um anúncio classificado de animais de estimação. Mate uma planta, compre um cachorrinho. Bem, claro, parecia bem lógico.
Olhei mais atentamente para o jornal à frente dela e vi que um anúncio em especial parecia ter-lhe chamado mais a atenção. Ele desenhara três estrelas vermelhas e gordas do lado. Lia-se: "Filhotes de laboratório, amarelo. AKC raça pura. Todos os matizes. Pais no local".
— Então — eu disse — você vai tentar me enganar nesse negócio de tomar conta de planta e cachorro novamente?
— Você sabe — ela disse, erguendo a cabeça — eu me esforcei tanto e veja só o que aconteceu. Não sei sequer tomar conta de uma planta estúpida. Quero dizer, qual é a grande dificuldade? Tudo que precisamos fazer é jogar água na maldita planta.
Então, ela abriu o jogo:
— Se eu não consigo sequer manter uma planta viva, como vou conseguir manter um bebê com vida?
Ela fez como se fosse começar a chorar.
A "Questão Bebê", como designava, havia se tornado uma constante na vida de Jenny e estava aumentando a cada dia. Quando nos conhecemos, num pequeno jornal do lado oeste do Estado de Michigan, ela tinha saído havia poucos meses da faculdade e uma vida adulta séria ainda parecia algo muito distante. Para nós, era nosso primeiro trabalho profissional fora da escola. Comíamos um monte de pizzas, bebíamos um monte de cervejas, e nem esquentávamos com a possibilidade de algum dia ser qualquer outra coisa senão jovens, solteiros e consumidores inveterados de pizza e cerveja.
Mas os anos se passaram. Nós mal tínhamos começado a namorar, quando várias oportunidades de emprego — e um ano de programa de pós-graduação para mim — nos levaram em direções opostas ao longo da costa leste dos Estados Unidos. No início, estávamos a uma hora de distância de carro. Depois, ficamos a três horas de estrada. Em seguida, oito e, mais tarde, vinte e quatro horas. Na época em que aterrissamos ao mesmo tempo no sul da Flórida e nos amarramos, ela tinha quase trinta. Suas amigas estavam tendo bebês. Seu corpo estava começando a cobrar isso dela. Aquela antiga e aparentemente eterna janela de oportunidade procriativa estava lentamente se fechando.
Eu me aproximei dela por trás, passei meus braços em volta de seus ombros, e beijei o alto de sua cabeça.
— Está bem — eu disse.
Mas eu tive de admitir, ela havia feito uma boa pergunta. Nenhum de nós jamais cuidara de qualquer coisa na vida. Com certeza, tínhamos tido animais de estimação, mas eles não contavam. Sempre soubemos que nossos pais os manteriam vivos e bem. Sabíamos que um dia gostaríamos de ter filhos, mas algum de nós estava realmente pronto para isso? Filhos eram tão... tão... assustadores. Eles eram indefesos e frágeis, e parecia que iriam se quebrar ao meio se caíssem no chão.
Um sorriso irrompeu no rosto de Jenny.
— Pensei que talvez um cachorro nos desse alguma prática — ela arrematou.
Estávamos dirigindo no escuro, seguindo em direção noroeste para fora da cidade, onde os subúrbios de West Palm Beach se transformam em propriedades agrícolas espalhadas por toda parte. Repensei a nossa decisão de trazer um cão para casa. Era uma enorme responsabilidade, especialmente para duas pessoas que trabalhavam em período integral. Apesar disso, sabíamos o que queríamos com isso. Crescêramos com cachorros e os amamos imensamente. Eu tivera São Shaun e Jenny tivera Santa Winnie, sua setter inglesa tão amada por sua família. Nossas mais felizes lembranças de infância quase sempre incluíam nossos cães. Fazendo trilha com eles, nadando com eles, brincando com eles, entrando em fria com eles. Se Jenny apenas queria um cachorro para despertar seus instintos maternais, eu teria tentado convencê-la do contrário e talvez tentasse acalmá-la com um peixinho dourado. Mas como sabíamos que um dia queríamos ter nossos filhos, tínhamos certeza de que o nosso lar não seria completo sem um cachorro deitado aos nossos pés. Quando começamos a namorar, muito antes de filhos surgirem em nossa mente, gastamos horas discutindo os animais de estimação que tivemos na infância, quanto sentíamos falta deles e quanto ansiávamos, algum dia — quando tivéssemos uma casa que fosse nossa e alguma estabilidade em nossas vidas —, ter um cachorro novamente.
Agora tínhamos as duas coisas. Estávamos juntos num lugar que não tínhamos planos de deixar em breve. E a casa era muito nossa.
Era uma perfeita casinha em um lote de terreno perfeito de mil metros quadrados, cercado do tamanho exato para um cachorro. E a localização também era perfeita, com uma vizinhança urbana despojada, a um quarteirão e meio de distância da Intracoastal Waterway, que separava West Palm Beach das mansões elegantes de Palm Beach. No começo da nossa rua, Churchill Road, uma área verde linear e trilhas pavimentadas se estendiam por quilômetros à beira d’água. Era ideal para fazer caminhada, andar de bicicleta e patins. E, acima de tudo, para levar um cachorro para passear.
A casa havia sido construída na década de cinqüenta, e tinha o charme da antiga Flórida — uma lareira, paredes rústicas, janelas grandes, e portas que nos levavam ao nosso canto favorito dentro da casa: ao jardim de inverno na parte de trás. O quintal era um pequeno abrigo tropical, cheio de palmeiras, bromélias, abacateiros e plantas furta-cor. Acima, dominando a propriedade, havia uma mangueira altíssima; todo verão, ela deixava cair as mangas pesadas com um barulho surdo que mais pareciam, talvez estranhamente, corpos que caíam de cima do telhado. Ficávamos deitados na cama, acordados, ouvindo os baques secos da queda.
Compramos o bangalô de dois quartos e banheiro alguns meses depois que voltamos de nossa lua-de-mel e imediatamente começamos a reformá- lo. Os donos anteriores, um funcionário dos correios aposentado e sua mulher, adoravam verde. O lado externo de estuque era verde. As paredes internas eram verdes. As cortinas eram verdes. As venezianas eram verdes. A porta da frente era verde. O carpete, que eles haviam acabado de comprar para ajudar a vender a casa, era verde. Mas não era um verdevivo e alegre ou um verde esmeralda sofisticado, ou até mesmo um verdelimão ousado, mas um verde vômito-de-sopa-de-ervilha com um colorido cáqui. A casa tinha uma aparência de barraca de campo de exército.
Na primeira noite que passamos em casa, arrancamos cada centímetro quadrado do novo carpete verde e o arrastamos até o meio-fio. Sob o carpete, descobrimos um assoalho de tábuas de madeira de carvalho que, pelo que pudemos avaliar, nunca havia sido pisado por um salto de sapato na vida. Nós o lixamos e envernizamos até ficar totalmente brilhante. Então saímos e torramos a maior parte do pagamento de duas semanas de trabalho em um belíssimo tapete persa e o desenrolamos na sala de visitas diante da lareira. Ao longo dos meses, repintamos todas as superfícies verdes e trocamos todas as decorações verdes. A casa do funcionário dos correios estava lentamente se tornando nossa casa.
Quando finalmente conseguimos deixá-la perfeita, era perfeitamente plausível que trouxéssemos para casa um imenso companheiro de quatro patas, com unhas das patas afiadas, dentes enormes e pouco conhecimento da língua inglesa para começar a destruí-la.
— Devagar, querido, ou você vai perder a entrada — caçoou Jenny.
— Ela vai aparecer a qualquer segundo.
Estávamos seguindo ao longo de um charco escurecido, que havia sido drenado após a Segunda Guerra Mundial para irrigar fazendas e depois foi colonizado por moradores dos subúrbios que buscavam um estilo de vida no campo.
Como Jenny predisse, os faróis logo iluminaram uma caixa postal com o endereço que estávamos procurando. Subi a entrada que nos conduziu a uma grande área arborizada com um lago defronte a uma casa com um pequeno celeiro na parte de trás. À porta, uma senhora de meia-idade chamada Lori nos cumprimentou, com um plácido labrador amarelo ao lado dela.
— Esta é Lily, a orgulhosa mamãe — Lori disse, depois que nos apresentamos a ela.
Constatamos que cinco semanas depois de dar à luz, a barriga de Lily ainda estava distendida e suas tetas saltadas. Ajoelhamo-nos e ela alegremente aceitou nossos carinhos. Ela era exatamente como imaginávamos que deveria ser um cão labrador — de natureza doce, afeiçoado, calmo e lindo.
— Onde está o pai? — perguntei.
— Oh — respondeu a mulher, hesitando por uma fração de segundo.
— Sammy Boy? Ele deve estar por aí em algum lugar.
E acrescentou, rapidamente:
— Imagino que devam estar loucos para ver os filhotes.
Ela nos conduziu através da cozinha até um quarto de serviço que fora transformado em berçário. O chão estava coberto de folhas de jornal e, num canto estava uma caixa baixa forrada com antigas toalhas de praia. Mas mal reparamos nesses detalhes. Como poderíamos, ao ver nove filhotes amare os minúsculos, um subindo por cima do outro, tentando ver quem eram os novos estranhos que apareciam ali? Jenny suspendeu sua respiração.
— Meu Deus — ela disse. — Acho que nunca vi algo tão lindinho em
toda a minha vida.
Sentamo-nos no chão e deixamos os filhotes subir por cima de nós, enquanto Lily passeava em volta, vaidosa, balançando a cauda e cheirando cada um deles para ter certeza de que estavam bem. O acordo que fiz com Jenny quando concordei em vir aqui foi de que veríamos os filhotes, faríamos algumas perguntas e verificaríamos se realmente estávamos prontos para trazer um cão para casa.
— Este é o primeiro anúncio que estamos respondendo — eu disse.
— Não vamos tomar nenhuma decisão precipitada.
Mas depois de passados trinta segundos, pude ver claramente que eu havia perdido a batalha. Não tive dúvida de que antes do fim da noite um desses cachorros seria nosso.
Lori era o que se pode chamar de criadora de fundo de quintal. Éramos novatos para comprar cães de raça, mas havíamos lido o suficiente para nos mantermos longe das conhecidas fazendas de filhotes, estas criações comerciais que geram cães de raça como se fossem modelos novos de carro. Diferentemente de carros produzidos em larga escala, no entanto, filhotes com pedigree produzidos em massa podem vir com sérios problemas hereditários, de displasia do quadril a cegueira precoce, trazidos por mistura de múltiplas gerações.
Lori, por outro lado, fazia isso por hobby, mais motivada pelo amor pela criação dos cães do que pelo lucro. Ela tinha apenas uma fêmea e um macho. Eles tinham descendências distintas, e possuía os documentos para comprová-las. Esta seria a segunda e última ninhada de Lily antes de se tornar apenas um animal de estimação que vivia no campo. Com ambos os pais vivendo na casa, o comprador poderia ver, de primeira mão, a sua linhagem.
— embora, no nosso caso, o pai estivesse aparentemente fora de vista.
A ninhada tinha cinco fêmeas e quatro delas já estavam reservadas e quatro machos. Lori estava pedindo US$ 400 pela última fêmea e US$ 375 pelos machos. Um dos machos parecia ter-se apaixonado por nós. Ele era o mais palhaço de todos e avançava sobre nós, pulando no nosso colo e agarrando-nos com as patas para escalar pela roupa e lamber nosso rosto. Ele mordiscava nossos dedos com dentes de leite afiados e andava trôpego em círculos à nossa volta com patas redondas gigantescas, totalmente fora de proporção quanto ao restante do seu corpo.
— Este vocês podem levar por US$ 350 — disse a criadora.
Jenny é uma caçadora de barganhas que traz para casa qualquer coisa que sequer queiramos ou precisemos apenas porque estava sendo vendida a um preço atraente demais para ser deixada para trás.
— Sei que você não pratica golfe — ela me disse um dia, puxando um conjunto de tacos usados do carro. — Mas você não acreditaria no preço que paguei por eles.
Agora eu via seus olhos se iluminarem.
— Ah, amorzinho — ela arrulhou. — Estezinho está a preço de liquidação!
Eu tive de admitir que ele era adorável. E elétrico, também. Antes que eu percebesse o que ele iria fazer, o danadinho havia mastigado metade da correia do meu relógio.
— Temos de fazer o teste do medo — eu disse.
Eu havia contado a Jenny inúmeras vezes a história de como escolhera São Shaun quando era menino, e que meu pai me ensinara a fazer um movimento brusco ou um barulho bem alto para distinguir os tímidos dos mais confiantes. Sentada entre os filhotes, ela revirou os olhos como sempre fazia toda vez que se deparava com um comportamento estranho da família Grogan.
— É sério — eu disse —, isso funciona.
Eu me levantei, me afastei dos filhotes, então me virei rapidamente de novo, avançando de repente na direção deles com um passo largo. Bati o pé e exclamei:
— Ei!
Nenhum deles parecia ter-se abalado com as minhas contorções. Apenas um pulou, encarando-me de frente. Era o Cão de Liquidação. Ele avançou sobre mim, entrando entre meus calcanhares e agarrando os meus cadarços como se fossem perigosos inimigos que precisassem ser destruídos.
— Creio que este seja o escolhido pelo destino — disse Jenny.
— Você acha? — eu perguntei, pegando-o e segurando-o numa das mãos diante do rosto, estudando suas feições.
Ele olhou para mim com olhos marrons chorosos de cortar o coração e então lambiscou o meu nariz. Eu o coloquei nos braços de Jenny e ele repetiu o gesto.
— Com certeza ele parece gostar de nós — eu disse.
E assim foi feito. Entregamos um cheque de US$ 350 à Lori e ela nos disse que poderíamos voltar para levar nosso Cão de Liquidação para casa em mais três semanas, quando ele teria oito semanas de idade e estivesse desmamado. Agradecemos a ela, fizemos um último carinho em Lily e nos despedimos.
Ao nos dirigirmos para o carro, coloquei meu braço em volta do ombro de Jenny e abracei-a forte.
— Você acredita nisto? — eu perguntei. — Nós agora temos um cachorro!
— Mal posso esperar para levá-lo para casa.
No momento em que nos aproximamos do carro, ouvimos um estrondo vindo do meio da floresta. Alguma coisa vinha caminhando entre os arbustos — e respirava pesadamente. Parecia um barulho de filme de terror. E estava vindo em nossa direção. Gelamos, encarando a escuridão. O barulho aumentou e aproximou-se mais ainda. Então, num segundo, alguma coisa surgiu do nada e avançou para cima de nós, uma mancha amarela. Uma imensa mancha amarela. Quando passou galopando por nós, sem parar, sem sequer nos notar, vimos que era um grande labrador. Mas não se parecia em nada com a doce Lily que acabáramos de conhecer lá dentro. Este estava encharcado e tinha o pêlo da barriga coberto de lama e carrapichos. Sua língua dependurava-se, selvagem, de um lado da boca e ele espumava copiosamente ao passar por nós. No segundo em que pude vê-lo, detectei um olhar estranho, um pouco louco, porém divertido em sua expressão. Era como se ele tivesse acabado de ver um fantasma — e estivesse apavorado.
Então, com o bramido de uma horda de búfalos em disparada, ele se foi para a parte de trás da casa, e desapareceu de vista. Jenny engoliu em seco.
— Acho — comentei, com um ligeiro nó na garganta — que acabamos de conhecer o pai.
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